Pela terceira vez trago aqui o saudoso Carlos Barra
Letra de João de Freitas música de Filipe Pinto-meia-noite
Volta atrás vida vivida
Para eu tornar a ver,
Aquela vida perdida,
Que eu nunca soube viver.
Voltar de novo, quem me dera
A tal tempo, que saudade,
Volta sempre a primavera,
Só não volta a mocidade.
O tempo vai-se passando
E a gente vai-se iludindo,
Ora rindo ora chorando,
Ora chorando, ora rindo,
Meu Deus, como o tempo passa
Dizemos de quando em quando,
Afinal o tempo fica,
A gente é que vai passando
Este blogue é o local onde guardo os meus poemas para serem cantados e também uma homenagem a todos os que amam o FADO.
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quinta-feira, 21 de janeiro de 2010
sexta-feira, 14 de dezembro de 2007
Amei-te
Do eterno miúdo da Bica, já falecido mas sempre nos nossos corações Fernando Farinha, na sua voz inimitável, canta este velho fado cujos autores são João de Freitas da letra e Jaime Santos da música
Amei-te tanto e perdi-te
nem sabes quanto sofri,
custou-me, mas esqueci-te
e um dia destes vi-te
e tive pena de ti.
E agora passar sorrindo
num sorrir triste que escondes
decerto um desgosto infindo
se julgas que estou mentindo
vê-te a um espelho e responde
No teu rosto maquilhado
eu pude ler a amargura,
e o teu olhar perturbado,
demonstra o que tens passado,
nessa vida sem ventura.
Confesso tive saudades
do nosso antigo viver,
mas tu querias liberdade
foi feita a tua vontade,
e agora sofre, mulher
Amei-te tanto e perdi-te
nem sabes quanto sofri,
custou-me, mas esqueci-te
e um dia destes vi-te
e tive pena de ti.
E agora passar sorrindo
num sorrir triste que escondes
decerto um desgosto infindo
se julgas que estou mentindo
vê-te a um espelho e responde
No teu rosto maquilhado
eu pude ler a amargura,
e o teu olhar perturbado,
demonstra o que tens passado,
nessa vida sem ventura.
Confesso tive saudades
do nosso antigo viver,
mas tu querias liberdade
foi feita a tua vontade,
e agora sofre, mulher
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