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terça-feira, 8 de abril de 2025

*Sou vidro em tua ausência

Sou de vidro à tua espera,
moldado em tua ausência,
és pra mim uma quimera,
do meu viver, em carência


Só me ficou o encanto,
Em dia de vidro feito,
largo a voz no meu canto,
batendo forte no peito


Tua ausência é um estalo,
permanente em meu sofrer,
sou vidro, se não te falo
que parte, por não te ter

Sou silêncio que se parte,
eco frágil da paixão,
sou de vidro feito em arte,
mas sem ti, sou solidão.


Se não vens, sou transparência,
sem reflexo ou direção,
um amor em decadência,
feito vidro em solidão

Joaquim Campos-Fado amora


domingo, 26 de janeiro de 2025

Teu olhar é um fogo aceso

Teu olhar é um fogo aceso, 
que deu luz à escuridão. 
quando em ti eu fico preso, 
canto à noite esta canção, 

Gritado numa certeza, 
Aqueceu meu coração, 
Transformou-se em luz acesa, 
dando vida à escuridão. 

Teu sorriso ilumina, 
como o sol no amanhecer, 
dá-me força e me domina, 
faz meu mundo florescer 

Chegaste com teu amor, 
brilhou luz no meu ser, 
minha vida ganhou cor, 
quis das sombras renascer 

Com teu olhar a brilhar, 
teu beijo, tem mais calor , 
meu quarto virou luar, 
toda a noite, meu amor 

 Joaquim Campos-Fado amora

sexta-feira, 25 de março de 2011

Olhos da cor do mar

Aqui canta uma letra de João Ferreira Rosa sobre música do fado amora de Joaquim Campos


Teus olhos verdes são mares
Que a lua vem namorando
São saudades,são cantares
São olhos tristes chorando
São as ondas pensamentos
Que o teu olhar me deixou
São estrelas mortas lamentos
Que o teu mar despedaçou
Meu barco quero levar
Ao final do horizonte
Ver teus olhos ao luar
E neles morar de fronte
Passa o vento nos escolhos
Como o teu triste cantar
No verde mar dos teus olhos
Ando sempre a naufragar




segunda-feira, 5 de maio de 2008

Esta noite não

Este fado na voz da Fernando Maurício, tem letra de Jorge Fernando e música no tradicional Fado amora de Joaquim Campos da Silva

Amanhã quando acordar
Poderei, ser coisa pouca
Ou talvez, traço de boca
Ainda por desenhar

Ser algo entre os escolhos
Que se procura salvar
Ou então ser dos teus olhos
Um jeito triste de olhar

Poderei ser folha morta
Sem nunca tombar ao chão
Ou trinco velho de porta
Que só abre à tua mão

Poderei ser a razão
Dum poema feito a esmo
Porém esta noite não
Porque ainda sou o mesmo