Nasceu em Lisboa em 1922 e faleceu em 1995
Foi um fadista castiço que tinha por ofício sapateiro até 1951 quando se profissionalizou, estreando-se no Tipóia. Tardiamente já que cantava desde os 10 anos.
Manuel de Almeida gravou relativamente poucos discos, pois a maior parte da sua carreira foi feita nos retiros e casas de fado lisboetas, às quais se mantinha invulgarmente fiel, doze anos na Tipóia, onze no Lisboa à Noite, e dezasseis no Forte D. Rodrigo.
Assim que o barco partir
rogando a Deus vou pedir
que te dê felicidade
que te dê boa viagem
e a mim me dê coragem
para suportar a saudade
Se não for à despedida,
a razão ó minha querida ,
é fácil de adivinhar,
é que a saudade é medonha,
e depois tenho vergonha,
que alguém me veja chorar,
Se acaso um dia voltares,
feliz e não me encontrares,
se ouvires dizer que morri,
foi de saudades não nego,
ou então devo estar cego,
de tanto chorar por ti.
Este blogue é o local onde guardo os meus poemas para serem cantados e também uma homenagem a todos os que amam o FADO.
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sábado, 6 de março de 2010
segunda-feira, 14 de abril de 2008
Quando voltares
Manuel de Almeida foi um grande nome do fado, Dizer-se foi aqui apenas significa que já não está entre nós, porque continuará sendo sempre um grande fadista.
Este fado tem letra de Artur Ribeiro e música de Jorge Fontes
Quando me lembro criança,
da nossa vida passada,
eu peço a Deus que te traga
de novo ao nosso abraço,
para num beijo fremente
cheio de amor e perdão,
poder matar as saudades,
que trago no coração.
Quando voltares,
de viver sem mim
cansada, saudosa
e já convencida.
do que a vida se resume
vais encontrar,
a minha porta fechada, e
a tua chave escondida
no cantinho do costume,
Vais encontra no jardim,
as rosas do teu agrado,
pus os teus cravos vermelhos ,
no nosso quarto enfeitado.
e na tua travesseira
vazia ao lado da minha
vais ver as marcas do pranto
que chorei à noitinha
Este fado tem letra de Artur Ribeiro e música de Jorge Fontes
Quando me lembro criança,
da nossa vida passada,
eu peço a Deus que te traga
de novo ao nosso abraço,
para num beijo fremente
cheio de amor e perdão,
poder matar as saudades,
que trago no coração.
Quando voltares,
de viver sem mim
cansada, saudosa
e já convencida.
do que a vida se resume
vais encontrar,
a minha porta fechada, e
a tua chave escondida
no cantinho do costume,
Vais encontra no jardim,
as rosas do teu agrado,
pus os teus cravos vermelhos ,
no nosso quarto enfeitado.
e na tua travesseira
vazia ao lado da minha
vais ver as marcas do pranto
que chorei à noitinha
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