Para esta música de Fernando de Freitas do fado Noquinhas, uma letra em quadras de 12 silabas (alexandrinos) da autoria de Paco Gonzalez, que aqui abriu uma excepção, atendendo a que normalmente musica os seus próprios poemas.
Para cantar este fado trago de novo aqui José Manuel de Castro, um grande fadista de Lisboa.
Traz até junto a mim, os sonhos irreais
De ninfas e castelos perdidos no além,
O crepitar da chama, o verde da verdura,
O riso da criança traz até junto a mim.
Se podes traz também, vendavais de alegria,
Tufões de felicidade, o azul do firmamento,
A brancura da espuma, o sabor da verdade,
Para embelezar a hora, do meu primeiro encontro,
Despido da matéria, voando livremente,
Irei á entrevista, para receber de ti,
Bálsamo para o sofrimento, fragmentos de luar
Na vasta imensidão do teu profundo olhar
Este blogue é o local onde guardo os meus poemas para serem cantados e também uma homenagem a todos os que amam o FADO.
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quinta-feira, 12 de abril de 2012
sexta-feira, 25 de setembro de 2009
Quando partiste
José Manuel de Castro Gomes, nasceu em Lisboa
Com 18 anos gravou o primeiro disco com a colaboração de Jorge Fontes, com temas deste e de Matos Maia
Foi participante em várias Grandes Noites de Fado no Coliseu dos Recreios em Lisboa.
Sem nenhuma experiência… foi Fernando Maurício a ser dos primeiros fadistas que acompanhou numa casa de nome “Os Ferreiras” situada na Rua de S. Lázaro, em Lisboa.( a grande escola do fado de Lisboa nesse tempo do Maurício)
Hà cerca de 8 anos é guitarrista privativo na “Tasca do Chico”, na Rua do Diário de Notícias, no Bairro Alto.
Agradeço o trabalho do blog Gente do fado que recomendo
Letra e música de Paco Gonzalez
Caso não consiga ver o clip clicar >>>>>>>>>>> aqui
Com 18 anos gravou o primeiro disco com a colaboração de Jorge Fontes, com temas deste e de Matos Maia
Foi participante em várias Grandes Noites de Fado no Coliseu dos Recreios em Lisboa.
Sem nenhuma experiência… foi Fernando Maurício a ser dos primeiros fadistas que acompanhou numa casa de nome “Os Ferreiras” situada na Rua de S. Lázaro, em Lisboa.( a grande escola do fado de Lisboa nesse tempo do Maurício)
Hà cerca de 8 anos é guitarrista privativo na “Tasca do Chico”, na Rua do Diário de Notícias, no Bairro Alto.
Agradeço o trabalho do blog Gente do fado que recomendo
Letra e música de Paco Gonzalez
Quando partiste
foram contigo os meus desejos
Quando partiste
foram contigo os meus abraços,
vivo agora
a mendigar teus falso beijos,
ouvindo os risos
que tu dás aos meus fracassos
Quando partiste
nunca supus que à despedida
nunca supus que à despedida
ia contigo naufragar
a minha vida
Não te posso censurar
sei bem
podes dar a quem quiseres
calor
mas se um dia tu ouvires,
alguém
louco por ti chamar
amor
sou eu sou eu sou eu
que nunca te esqueci
que nunca te esqueci
e sei amor, meu bem
que te perdi
Quando partiste
julguei vencer o desespero
quando partiste
julguei vencer a solidão,
menti menti
para não cantar o que te quero
mas já sem forças
o meu pobre coração
pus me a chorar
pus me a gritar
pus me a chorar
pus me a gritar
que na vercade
é tão cuel
a voz amiga da saudade
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