Esta fadista já falecida mas ainda hoje recordada por muitas pessoas que ama o fado e os seus intérpretes e que não deixam passar a memória dos seus grandes nomes mesmo que já não estejam fisicamente entre nós
Para ler um pouco mais sobre esta fadista consultar o blogue Lisboa no Guiness
Esta letra é de Guilherme Pereira da Rosa a música de Francisco José Marque no fado Negro
Não me venhas ver ao fado
Por favor passa de lado
Vou começar nova vida
Deixa que eu amor te esqueça
Ou pelo menos que pareça
Que de ti já estou esquecida
Não me venhas ver ao fado
Deixa cair no passado
Ventura que já morreu
Já bem basta esta maldade
Ó pena de uma saudade
Que é tão tua como eu
Não me venhas ver ao fado
Onde um peito magoado
Canta mágoas e revoltas
Mas se voltas qualquer dia
É de tanta avé Maria
Que rezei pela tua volta
Este blogue é o local onde guardo os meus poemas para serem cantados e também uma homenagem a todos os que amam o FADO.
Mostrar mensagens com a etiqueta l-Guilherme P.da Rosa. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta l-Guilherme P.da Rosa. Mostrar todas as mensagens
quarta-feira, 12 de maio de 2010
sexta-feira, 22 de maio de 2009
Gostei de ti e Senhora do Monte
Carlos Ramos gostava de ficar a ouvir o fado nas tascas de Alcântara, bairro onde nasceu em 1907, e foi como guitarrista acompanhante que iniciou carreira, aprendendo a tocar guitarra portuguesa na adolescência, nos intervalos dos estudos liceais.
Estudou para médico, mas a morte do pai, com apenas 18 anos, obrigou-o a trabalhar para sustentar a família, dedicando-se à radio-telegrafia, ofício que aprendera no serviço militar e do qual faria carreira profissional. Continuava, contudo, a tocar e cantar nas horas vagas, primeiro apenas como acompanhante (nomeadamente de Ercília Costa numa digressão americana) depois também como fadista em nome próprio, acompanhando-se a si próprio à guitarra, acabando, a conselho de Filipe Pinto, por se profissionalizar como cantor em 1944.
Estreou-se então no Café Luso, no Bairro Alto, criando Senhora do Monte o seu primeiro grande êxito
Letra de Guilherme Pereira da Rosa música de Jorge Costa Pinto
A nossa vida
Anda presa no destino
Vai de vencida
Mandada p’loDeus menino
E se em meu fado
Tu foste o meu desepero
Hoje és passado
Podes crer, já não te quero
Gostei de ti,
como ninguém há-de amar-te
O que eu sofri,
só de pensar em deixar-te
mas se hoje passo,
junto a ti por qualquer rua
Não há um traço de paixão,
por culpa tua
Foste a culpada
Desta indiferença de agora
P’ra mim és nada
Tu que foste tudo outrora
És o passado
Apenas recordação
Lume apagado
A cinza duma paixão
*** Senhora do Monte
Letra de Gabriel de Oliveira música de Raúl Ferrão-Fado Carriche
Naquela casa de esquina
Mora a Senhora do Monte,
E a providência divina
Mora ali, quase defronte
Por fazer bem á desgraça,
Deu-lhe a desgraça também,
Aquela divina graça,
que Nossa Senhora tem
Senhora tão benfazeja
Que a própria Virgem Maria,
Não sei se está na igreja
Se naquela moradia
E o luar da lua cheia
Ao bater-lhe na janela,
Reforça a luz da candeia
No alpendre da capela.
Vai lá muita pecadora,
Que de arrependida,chora
Mas não é Nossa Senhora
Que naquela casa mora
Caso não consiga ver o vídeo clicar >>>>>>>>>>>>>>>>>> aqui
Estudou para médico, mas a morte do pai, com apenas 18 anos, obrigou-o a trabalhar para sustentar a família, dedicando-se à radio-telegrafia, ofício que aprendera no serviço militar e do qual faria carreira profissional. Continuava, contudo, a tocar e cantar nas horas vagas, primeiro apenas como acompanhante (nomeadamente de Ercília Costa numa digressão americana) depois também como fadista em nome próprio, acompanhando-se a si próprio à guitarra, acabando, a conselho de Filipe Pinto, por se profissionalizar como cantor em 1944.
Estreou-se então no Café Luso, no Bairro Alto, criando Senhora do Monte o seu primeiro grande êxito
Letra de Guilherme Pereira da Rosa música de Jorge Costa Pinto
A nossa vida
Anda presa no destino
Vai de vencida
Mandada p’loDeus menino
E se em meu fado
Tu foste o meu desepero
Hoje és passado
Podes crer, já não te quero
Gostei de ti,
como ninguém há-de amar-te
O que eu sofri,
só de pensar em deixar-te
mas se hoje passo,
junto a ti por qualquer rua
Não há um traço de paixão,
por culpa tua
Foste a culpada
Desta indiferença de agora
P’ra mim és nada
Tu que foste tudo outrora
És o passado
Apenas recordação
Lume apagado
A cinza duma paixão
*** Senhora do Monte
Letra de Gabriel de Oliveira música de Raúl Ferrão-Fado Carriche
Naquela casa de esquina
Mora a Senhora do Monte,
E a providência divina
Mora ali, quase defronte
Por fazer bem á desgraça,
Deu-lhe a desgraça também,
Aquela divina graça,
que Nossa Senhora tem
Senhora tão benfazeja
Que a própria Virgem Maria,
Não sei se está na igreja
Se naquela moradia
E o luar da lua cheia
Ao bater-lhe na janela,
Reforça a luz da candeia
No alpendre da capela.
Vai lá muita pecadora,
Que de arrependida,chora
Mas não é Nossa Senhora
Que naquela casa mora
Caso não consiga ver o vídeo clicar >>>>>>>>>>>>>>>>>> aqui
terça-feira, 9 de setembro de 2008
Gostei de ti
Volto a Manuel Cardoso de Menezes recomendando vivamente que se leia o post, que sobre ele se publica no blog Lisboa no Guiness,
Este fado tem letra de Guilherme Pereira da Rosa e música de Jorge Costa Pinto.
A nossa vida
Anda escrito no destino
Vai de vencida
Guiada p’lo Deus menino
E se em meu fado
Tu foste o meu desespero
Hoje és passado
Podes crer, já não te quero
Gostei de ti...
Como ninguém há-de amar-te
O que eu sofri...
Só de pensar em deixar-te
Mas se hoje passo junto a ti por qualquer rua
Não há um traço de paixão, por culpa tua
Foste a culpada
Desta indiferença de agora
P’ra mim és nada
Tu que foste tudo outrora
És o passado
Apenas recordação
Lume apagado
As cinzas duma paixão
Este fado tem letra de Guilherme Pereira da Rosa e música de Jorge Costa Pinto.
A nossa vida
Anda escrito no destino
Vai de vencida
Guiada p’lo Deus menino
E se em meu fado
Tu foste o meu desespero
Hoje és passado
Podes crer, já não te quero
Gostei de ti...
Como ninguém há-de amar-te
O que eu sofri...
Só de pensar em deixar-te
Mas se hoje passo junto a ti por qualquer rua
Não há um traço de paixão, por culpa tua
Foste a culpada
Desta indiferença de agora
P’ra mim és nada
Tu que foste tudo outrora
És o passado
Apenas recordação
Lume apagado
As cinzas duma paixão
Subscrever:
Mensagens (Atom)