Margarida Guerreiro, um regresso aqui para cantar este fado de Pedro Homem de Melo e musica de Alain Oulman
Ao passar pelo ribeiro, onde às vezes me debruço
Fitou-me alguém corpo inteiro, dobrado como um soluço
Pupilas negras, tão laças, raízes iguais às minhas
Meu amor, quando me enlaças, porventura as adivinhas
Que palidez nesse rosto sob o lençol do luar
Tal e qual quem alça o posto estivera agonizar
Deram-me então por conselho tirar de mim o sentido
Mas depois vendo-me ao espelho cuidei que tinha morrido
Este blogue é o local onde guardo os meus poemas para serem cantados e também uma homenagem a todos os que amam o FADO.
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terça-feira, 5 de julho de 2011
quarta-feira, 22 de abril de 2009
Libertação
Confesso que ainda estou a "descobrir" esta fadista alentejana de Montemor-o-Novo, que aqui canta este fado, que está incluído num projecto que tem em comum, com o extraordinário guitarrista Custódio Castelo, chamado ENCORES
Letra de Pedro Homem de Melo música de Custódio Castelo
Letra de Pedro Homem de Melo música de Custódio Castelo
Pesa-me inteira a flor que falta
Para a roseira ficar mais alta
Pesa-me a lua e a noite vem
De espada nua, buscar alguém
Pesa-me a neve ou a montanha
Dizem que é leve, mas é tamanha
Chumbo ou veludo, seja o que for
Pesa-me tudo, menos a dor
Caso não consiga ver o vídeo clicar >>>>>>>>>>>>>>>>> aqui
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