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quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Mais um dia

Este fado cantado por Pedro Moutinho pertence ao seu disco Um copo de sol apresentado em Abril deste ano onde , canta poetas como Ana Carolina (Passo Lento), Tiago Bettencourt (Vou-te levando em segredo), Pedro Campos (Lisboa tu és assim), Aldina Duarte (Primeira Dança), Rogério Oliveira (Paradoxos do amor), Pedro Tamen (Palavras Minhas), Manuela de Freitas (Sem sentido e Quando Lisboa) e Jorge Rosa (Mais um dia) - estes dois últimos nunca antes cantados pelo fadista.



Uma letra de Jorge Rosa com música do Fado meia-noite de Filipe Pinto

Hoje o dia amanheceu
Tão triste, tão triste
Como sempre aconteceu
Desde o dia em que partiste

Chorou o céu, chorei eu
Chorou tudo quanto existe
Hoje o dia anoiteceu
Tão triste, tão triste

Mais um dia, um dia a mais
Mais um dia sem calor
A juntar á minha dor
A acrescentar aos meus ais

Mais uma jornada fria
Longe dos meus ideais
Longe da minha alegria
Mais um dia mais, um dia a mais

Os meus agradecimentos ao Fados no fado pela letra deste fado


sábado, 22 de maio de 2010

Longe de mais


De novo aqui um fado do vasto repertório de Maria João Quadros a quem presto a minha homenagem, ela é uma verdadeira Boca Linda.

Letra de Jorge Rosa música de Francisco José Gonçalves

Longe de mais
foste tu, meu coração
Sem teres a menor noção
da tua louca corrida
Longe de mais,
mais longe do que devias
Sem veres que essa correrias
punham fim á minha vida

Se amar pouco é malvadez
Amar de mais é talvez
pior mal, é uma loucura
Quem ama pouco consegue
que ás vezes esse amor chegue
a ganhar maior altura

Mas quem muito ama, não,
Não domina o coração,
nem lhe pergunta onde vais ?
Que um louco a correr, não pára
E quando pára, repara
que já foi longe de mais

Longe de mais,
tão longe que a felicidade
Nem sequer sentiu saudad
e
de acompanhar o teu passo
Longe de mais,
em tão louca correria
Que todo o amor que existia
enfraqueceu de cansaço



quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Pede-me tudo

Ana Maurício que tanto quanto sei canta actualmente na Tipóia em Lisboa, volta aqui para cantar este fado que também pertencia ao repertório do seu tio o grande Fernando Maurício.

Força Ana

Letra de Jorge Rosa música de Georgino de Sousa-Fado Georgino

Pede-me a luz das estrelas
O seu doce cintilar
Que eu farei por conseguir;
Escolher entre todas elas
As que mais podem brilhar
As que mais sabem luzir

Pede-me o brilho da lua
Do sol radioso e quente
O soalheiro calor
Logo a lua será tua
Do astro-rei, num repente
Terás também o fulgor

Pede-me o sal das marés
As ondas, a cor do mar
Da alva espuma, a cambraia
Pronto terás a teus pés
Oceanos desmaiar,
Tal e qual como na praia

Tudo o mais que te apeteça
Sentirás ao teu dispor
Se me pedires te darei
Só não peças que te esqueça
Acredita meu amor
Como fazê-lo, não sei



quarta-feira, 1 de julho de 2009

Escrevi teu nome no vento

Carmo Rebelo de Andrade é o seu nome, mas no fado é conhecida pela Carminho, filha da fadista Teresa Siqueira. É muito jovem mas já em 2005 ganhou o prémio Amália, ms só agora , se editou o seu primeiro disco, chamado Fado da editora EMI do qual se podem ler aqui mais informações

Letra de Jorge Rosa Música de Raúl Ferrão "Fado Carriche"

Caso não consiga ver o vídeo clicar >>>>>>>>>>>>>>>>>>>> aqui

Escrevi teu nome no vento
Convencido que o escrevia
Na folha do esquecimento
Que no vento se perdia

E ao vê-lo seguir envolto
Na poeira do caminho
Julguei meu coração solto
dos elos do teu carinho

Pobre de mim, nem pensava
que tal e qual como eu
O vento se apaixonava
por esse nome que é teu

Enquanto o vento se agita
agita-se o meu tormento
Quero esquecer-te, acredita
mas cada vez há mais vento




segunda-feira, 25 de maio de 2009

Ciúme é chama maldita

Letra de Jorge Rosa música de Armando Machado-Fado cigana


Ciúme é chama maldita
Que se ateou na minh'alma
E que aos poucos me devora,
Padece a pobre, e não grita
Sofre, mas não perde a calma
Agoniza mas não chora.

Só eu e Deus, mais ninguém
Sabemos quanta tortura
O meu coração padece.
Mas no meu rosto, porém
Nem a mais leve amargura
Se desenha, ou transparece

E ao fracasso não cedo
E juro por minha fé
Ninguém verá o meu fim.
Eu sou como o arvoredo
Morrem as arvores de pé
Também morrerei assim