É comum dizer-se no meio fadista, que existe um estilo mouraria de cantar o fado, por certo inspirado do grande Fernando Maurício o mestre dessa escola, que continua para além do seu desaparecimento físico.
Falo disto a propósito de Vítor Miranda, se há fadistas que merecem ser mencionado quando se fala nesse tema é por certo ele.
Volta aqui com o fado Enigma de Domingos Gonçalves da Costa para a música do Fado Zé Negro de Francisco José Marques
Das horas, perco a noção,
Assim que a noite declina,
P'ra madrugada chegar.
Envolto na escuridão
Procuro sempre uma esquina
Só para te ver passar
Quero dizer que te amo,
Mas qual sombra fugidia,
Passas por mim descuidada.
Quando a tua imagem chamo
Á luz divina do dia,
É tudo sombra e mais nada.
Por isso, sem que me afoite,
Em passar de noite à rua,
Onde em má hora te vi
Procuro as sombras da noite
E então, escondido da lua,
Eu canto, pensando em ti
Quem sou, quem és, não importa
Eu sou mais um que suporta
Esse amor inconfessado
E tu, com esse amor esquivo
Serás o doce motivo
Que me inspirou este fado
Este blogue é o local onde guardo os meus poemas para serem cantados e também uma homenagem a todos os que amam o FADO.
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domingo, 20 de fevereiro de 2011
quarta-feira, 12 de maio de 2010
Não me venhas ver ao fado
Esta fadista já falecida mas ainda hoje recordada por muitas pessoas que ama o fado e os seus intérpretes e que não deixam passar a memória dos seus grandes nomes mesmo que já não estejam fisicamente entre nós
Para ler um pouco mais sobre esta fadista consultar o blogue Lisboa no Guiness
Esta letra é de Guilherme Pereira da Rosa a música de Francisco José Marque no fado Negro
Não me venhas ver ao fado
Por favor passa de lado
Vou começar nova vida
Deixa que eu amor te esqueça
Ou pelo menos que pareça
Que de ti já estou esquecida
Não me venhas ver ao fado
Deixa cair no passado
Ventura que já morreu
Já bem basta esta maldade
Ó pena de uma saudade
Que é tão tua como eu
Não me venhas ver ao fado
Onde um peito magoado
Canta mágoas e revoltas
Mas se voltas qualquer dia
É de tanta avé Maria
Que rezei pela tua volta
Para ler um pouco mais sobre esta fadista consultar o blogue Lisboa no Guiness
Esta letra é de Guilherme Pereira da Rosa a música de Francisco José Marque no fado Negro
Não me venhas ver ao fado
Por favor passa de lado
Vou começar nova vida
Deixa que eu amor te esqueça
Ou pelo menos que pareça
Que de ti já estou esquecida
Não me venhas ver ao fado
Deixa cair no passado
Ventura que já morreu
Já bem basta esta maldade
Ó pena de uma saudade
Que é tão tua como eu
Não me venhas ver ao fado
Onde um peito magoado
Canta mágoas e revoltas
Mas se voltas qualquer dia
É de tanta avé Maria
Que rezei pela tua volta
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