Tomei hoje conhecimento da morte de Alcindo de Carvalho, vitimado pela doença de Alzheimer aos 78 anos, no passado dia 6 de Dezembro de 2010.
Embora tardiamente deixo a minha homenagem a mais um grande nome, que ficará para sempre na história do fado
Aqui o trago de novo cantando uma letra de Tristão da Silva para o Fado Esmeraldinha de Júlio Proença
Para ler mais sobre Alcindo de Carvalho ver a sua biografia no portal do Museu do Fado
Julguei endoidecer quando partiste
Deixando entre nós dois, funda barreira
Caiu dentro de mim, a noite triste,
Feita de sombras negras, sem clareira
Durante dias, fui folha caída
Que o tampo vai levando por aí
Fumei, chorei, bebi, mal disse a vida
E desejei morrer, morrer por ti
Perdido sim eu fui, porque a saudade
Falou em mim, mais alto que a razão
Não me deixando ver esta verdade
Não és mulher que valha esta paixão
Quero voltar á vida, á vida que vivi
Quero voltar a ser, tal como outrora
Maldito seja o dia em que te vi
Bendita sejas tu, p'la vida fora
Este blogue é o local onde guardo os meus poemas para serem cantados e também uma homenagem a todos os que amam o FADO.
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domingo, 10 de abril de 2011
quarta-feira, 7 de maio de 2008
O fado de ser fadista
Este fadista é o decano dos fadistas em actividade, chama-se Alcindo de Carvalho.
Os interessados em saber mais sobre este fadista pode consultar o blogue Lisboa no Guiness, clicar aqui
Este fado de hoje é de autoria letra e música de Artur Ribeiro
Fado é destino marcado
Fado é perdão ou castigo
A própria vida é um Fado
Que o coração traz consigo
Seja canção fatalista
Ou prece de quem sofreu
O Fado de ser fadista
Foi sina que Deus me deu.
Fado é ternura
Fado é dor, Fado é tristeza
Fado é como que uma reza
De quem sofre ou é feliz
Fado é loucura,
É saudade
É incerteza,
É bem a mais portuguesa,
Das canções do meu país.
Fado é tudo o que acontece,
Quando se ri ou se chora,
Quando se lembra ou se esquece,
Quando se odeia ou se adora.
É ter um jeito de artista,
Para moldar o fado à voz
O fado de ser fadista
É morar dentro de nós
Fado é ternura
Fado é dor
Fado é tristeza
Fado é como que uma reza
de quem sofre ou é feliz.
Fado é loucura,
É saudade
É incerteza,
É bem a mais portuguesa,
Das canções do meu país.
Este fado foi editado em 2004 pela Movieplay num CD com o seguinte nome
O FADO DE SER FADISTA - ANTOLOGIA 1969-1979
Os interessados em saber mais sobre este fadista pode consultar o blogue Lisboa no Guiness, clicar aqui
Este fado de hoje é de autoria letra e música de Artur Ribeiro
Fado é destino marcado
Fado é perdão ou castigo
A própria vida é um Fado
Que o coração traz consigo
Seja canção fatalista
Ou prece de quem sofreu
O Fado de ser fadista
Foi sina que Deus me deu.
Fado é ternura
Fado é dor, Fado é tristeza
Fado é como que uma reza
De quem sofre ou é feliz
Fado é loucura,
É saudade
É incerteza,
É bem a mais portuguesa,
Das canções do meu país.
Fado é tudo o que acontece,
Quando se ri ou se chora,
Quando se lembra ou se esquece,
Quando se odeia ou se adora.
É ter um jeito de artista,
Para moldar o fado à voz
O fado de ser fadista
É morar dentro de nós
Fado é ternura
Fado é dor
Fado é tristeza
Fado é como que uma reza
de quem sofre ou é feliz.
Fado é loucura,
É saudade
É incerteza,
É bem a mais portuguesa,
Das canções do meu país.
Este fado foi editado em 2004 pela Movieplay num CD com o seguinte nome
O FADO DE SER FADISTA - ANTOLOGIA 1969-1979
quarta-feira, 14 de novembro de 2007
Saudades não as quero
Alcindo de Carvalho uma das grandes lendas vivas do fado canta com letra de Lopes Vieira e música tradicional de Frederico de Brito este fado Saudades não as quero
Bateram fui abrir era a saudade
vinha para falar-me a teu respeito
entrou com um sorriso de maldade
depois sentou-se à beira do meu leito
e quis que eu lhe contasse só a metade
das dores que trago dentro do meu peito
Não mandes mais esta saudade
ouve os meus ais por caridade
ou eu então deixo esfriar esta paixão
amor podes mandar se for sincero
saudades isso não pois não as quero
Bateram novamente era o ciúme
e eu mal me apercebi de que batera
trazia o mesmo ódio do costume
e todas as intrigas que lhe deram
e vinha sem um pranto ou um queixume
saber o que as saudades me fizeram
Não mandes mais esta saudade,
ouve os meus ais por caridade,
ou eu então deixo esfriar esta paixão,
amor podes mandar se for sincero,
saudades isso não pois não as quero.
Bateram fui abrir era a saudade
vinha para falar-me a teu respeito
entrou com um sorriso de maldade
depois sentou-se à beira do meu leito
e quis que eu lhe contasse só a metade
das dores que trago dentro do meu peito
Não mandes mais esta saudade
ouve os meus ais por caridade
ou eu então deixo esfriar esta paixão
amor podes mandar se for sincero
saudades isso não pois não as quero
Bateram novamente era o ciúme
e eu mal me apercebi de que batera
trazia o mesmo ódio do costume
e todas as intrigas que lhe deram
e vinha sem um pranto ou um queixume
saber o que as saudades me fizeram
Não mandes mais esta saudade,
ouve os meus ais por caridade,
ou eu então deixo esfriar esta paixão,
amor podes mandar se for sincero,
saudades isso não pois não as quero.
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