Nesta nova aparição de Pedro Moutinho canta um fado de António Botto para uma música de Manuel de Almeida a que chamou fado antigo
Meu amor na despedida
Nem uma fala me deu
Deitou os olhos ao chão
Ficou a chorar mais eu
Demos as mãos, na certeza
De que as dávamos amando
Mas, ai aquela tristeza
Que há sempre, neste até quando
Uma lágrima surgiu
E pela face correu
Nada podemos dizer
Ficou a chorar mais eu
Este blogue é o local onde guardo os meus poemas para serem cantados e também uma homenagem a todos os que amam o FADO.
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domingo, 17 de abril de 2011
terça-feira, 5 de maio de 2009
Meus olhos
Celeste Rodrigues nasceu em Lisboa no bairro de Alcântara a 14 de Março de 1923.
Começou a cantar em 1951 e é neste momento a fadista mais antiga em actividade.
O tempo moldou-lhe a voz e a alma, a experiência de uma vida inteira dedicada ao fado enriqueceu de forma única a sua maneira de cantar. É uma referência para as vozes mais jovens com quem, muitas vezes, partilha as noites de fado em Lisboa.
Celeste Rodrigues não pode ser apenas a irmã da Amália, tem uma alma fadista própria, em voz pequenina como ela diz.
letra de António Botto música de José Joaquim Cavalheiro Jnr no Fado menor do Porto
Meus olhos que por alguém
Deram lágrimas sem fim
Já não choram por ninguém
Basta que chorem por mim
Arrependidos e olhando
A vida como ela é
Meus olhos vão conquistando
Mais fadiga e menos fé
Sempre cheios de amargura
Mas se a vida é mesmo assim
Chorar alguém, que loucura
Basta que chorem por mim
Os meus agradecimentos ao Fados no fado, pela letra que de lá roubei
Caso não consiga ver o vídeo abaixo referido clicar >>>>>>>>>>>>> aqui
Começou a cantar em 1951 e é neste momento a fadista mais antiga em actividade.
O tempo moldou-lhe a voz e a alma, a experiência de uma vida inteira dedicada ao fado enriqueceu de forma única a sua maneira de cantar. É uma referência para as vozes mais jovens com quem, muitas vezes, partilha as noites de fado em Lisboa.
Celeste Rodrigues não pode ser apenas a irmã da Amália, tem uma alma fadista própria, em voz pequenina como ela diz.
letra de António Botto música de José Joaquim Cavalheiro Jnr no Fado menor do Porto
Meus olhos que por alguém
Deram lágrimas sem fim
Já não choram por ninguém
Basta que chorem por mim
Arrependidos e olhando
A vida como ela é
Meus olhos vão conquistando
Mais fadiga e menos fé
Sempre cheios de amargura
Mas se a vida é mesmo assim
Chorar alguém, que loucura
Basta que chorem por mim
Os meus agradecimentos ao Fados no fado, pela letra que de lá roubei
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