O rei Maurício volta aqui com um clássico, que ele muitas vezes cantava, Uma letra de António Rocha para o Fado Porto de António Barbeirinho.
Voltei ao cais da partida,
Voltei, sim porque sonhei,
Que voltavas nesse dia
E que trazias a vida,
Que há tempo, ao cais te levei,
Ficando de alma vazia
Meu olhar iluminou-se,
Quando te vi acenando,
Corri para te abraçar
Mas, o sonho dissipou-se
E acordei, mesmo quando,
Ia teus lábios beijar
Vi fugir o doce enleio,
Que envolveu teu regressar
É triste a realidade
Tu não vens e eu receio,
Que me possa habituar,
A viver com a saudade
Entretanto descobri um novo síto de fado muito interessante recomendando uma visita ao Tertúlia do fado.
Este blogue é o local onde guardo os meus poemas para serem cantados e também uma homenagem a todos os que amam o FADO.
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quarta-feira, 19 de outubro de 2011
quinta-feira, 29 de outubro de 2009
Não acordes minha dor
Menciono aqui de novo a Cigana do Fado, com este fado um dos seus mais emblemáticos.
Quero também referir um magnífico blog de fado, da autoria de j.silva, do melhor que conheço na internet e que recomendo vivamente a todos os amantes do fado.
A letra é de António Campos a música do fado Porto de António Barbeirinho
Quando voltares, tem cautela
Pisa bem devagarinho
Não acordes minha dor;
Transforma-te numa estrela
Vem em nuvens de carinho
E traz-me um pouco de amor
Abre a porta levemente
Sobe a escada passo a passo
Lembra-te do tempo antigo
Dá-me um beijo docemente
Acorda-me num abraço
Estarei sonhando contigo
Depois, mente-me em segredo
Diz que tiveste saudade
Deves mentir, meu amor
É que eu tenho muito medo
Que a amargura da verdade
Venha acordar minha dor
para ouvir clicar aqui
Quero também referir um magnífico blog de fado, da autoria de j.silva, do melhor que conheço na internet e que recomendo vivamente a todos os amantes do fado.
A letra é de António Campos a música do fado Porto de António Barbeirinho
Quando voltares, tem cautela
Pisa bem devagarinho
Não acordes minha dor;
Transforma-te numa estrela
Vem em nuvens de carinho
E traz-me um pouco de amor
Abre a porta levemente
Sobe a escada passo a passo
Lembra-te do tempo antigo
Dá-me um beijo docemente
Acorda-me num abraço
Estarei sonhando contigo
Depois, mente-me em segredo
Diz que tiveste saudade
Deves mentir, meu amor
É que eu tenho muito medo
Que a amargura da verdade
Venha acordar minha dor
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