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quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Até cada adeus

Volto a lembrar aqui a fadista Romy Barra, neste cantinho onde procuro sempre lembrar gente do fado, em especial grandes intérpretes , nem sempre muito falados, é o caso desta senhora.

Este fado tem letra do Dr.Almeida Santos para o fado 3 bairros de Casimiro Ramos

Custa tanta a dizer
este adeus que tem que ser,
a vida quis deste jeito,
digo-te adeus mas não digo,
pois fica sempre comigo,
a saudade no meu peito

Adeus até cada rosto
onde eu vejo esse desgosto,
que com desgosto em mim vive,
adeus até cada olhar,
onde eu veja o teu olhar,
como agora o vejo triste,

Adeus até cada fado
bem fadado ou mal fadado,
que eu cantar pensando em ti,
adeus até à saudade,
da mentira ou da verdade,
da vida que não vivi.

Adeus até cada grito,
cada desejo infinito,
dos beijo que te não dei.
se outra boca eu beijar,
beija-la-ei a chorar,
pois só a ti beijarei.

Adeus até cada aurora
como esta em que nós agora,
ouvimos dobrar um sino,
adeus até cada adeus,
em que aos pobres olhos meus
cumpre chorar o destino




quinta-feira, 6 de maio de 2010

Amor que o amar inventa

A fadista Romy, não é apenas a viúva de Carlos Barra, é uma grande fadista, com um passado e naturalmente com o futuro que lhe desejo risonho


Letra de Francisco Madureira e música de Silva Ferreira

Recolhe-me nos braços da ternura
Mais longos que os desejos infinitos
E beija-me com beijos de loucura
Os olhos espantados e aflitos

Abriga-me no peito de romã
Alegra-me na noite que passou,
Amor, amor dum sonho da manhã
Mais linda, que o amor já inventou

Amor que invento agora porque quero,
Amar qualquer homem em qualquer canto
Com este amor estranho mas sincero
Que grito enquanto falo enquanto canto

Por isso estendo os braços ao amor
Que receia perder-se ao ser amada
Invento uma fogueira de prazer
E faço mais amor na madrugada