Pronto para corrigir um lapso, pelo facto de não ter neste blog um fado menor cantado por António Rocha.
Embora não goste de adjectivar artistas, para muitos António Rocha, é o rei do fado menor, eu concordo é magistral e por certo um dos maiores
Esta letra é de sua autoria
Vem ó sombra fugidia
folha verde em meu Outono
gota cristalina e fria
nesta sede de abandono
Vem ó sombra fugidia
folha verde em meu Outono
Verde esperança sem sentido
onda revolta de mar
onde navego perdido
em busca do teu olhar
Verde esperança sem sentido
sentido de te alcançar
Vem enquanto a lua espreita
dorme o Sol em meu passado
E a saudade se deita
no meu leito abandonado
vem enquanto a lua espreita
o teu corpo imaginado
Trás uma nova alvorada
ao escurecer da minha idade
que já se sente cansada
de esperar tua verdade
Trás uma nova alvorada
pra matar essa saudade
Este blogue é o local onde guardo os meus poemas para serem cantados e também uma homenagem a todos os que amam o FADO.
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sexta-feira, 16 de setembro de 2011
terça-feira, 16 de novembro de 2010
Árvore de Natal
César Morgado, nasceu em Lisboa na Freguesia de Belém a 20 de Novembro de 1931 e faleceu a 7 de Abril de 1974 em Cais das Pedras, Massarelos, no Porto.
Este tópico foi retirado do blog de Vitor Marceneiro chamado Lisboa no Guiness onde pode ler-se mais sobre este grande fadista do passado. mas ainda por muitos recordado.
A letra deste fado é de Tito Rocha sobre a música do fado menor.
Aquela árvore despida
plas mãos do vendaval,
é a árvore do Natal
do que não tem guarida.
Dezembro noite medonha
a chuva cai de seguida,
tornando inda mais tristonha
aquela arvore despida.
Nem sequer uma só folha
resistiu ao temporal,
não houve excepção na escolha
plas mãos do vendaval
O trovão rebenta breve
amadrontando o casal,
e triste cheia de neve
é a árvore do Natal
Quem não tem casa nem mesa,
quantas vezes diz na vida,
não tem pena a natureza,
dos que não tem guarida.
Este tópico foi retirado do blog de Vitor Marceneiro chamado Lisboa no Guiness onde pode ler-se mais sobre este grande fadista do passado. mas ainda por muitos recordado.
A letra deste fado é de Tito Rocha sobre a música do fado menor.
Aquela árvore despida
plas mãos do vendaval,
é a árvore do Natal
do que não tem guarida.
Dezembro noite medonha
a chuva cai de seguida,
tornando inda mais tristonha
aquela arvore despida.
Nem sequer uma só folha
resistiu ao temporal,
não houve excepção na escolha
plas mãos do vendaval
O trovão rebenta breve
amadrontando o casal,
e triste cheia de neve
é a árvore do Natal
Quem não tem casa nem mesa,
quantas vezes diz na vida,
não tem pena a natureza,
dos que não tem guarida.
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
sábado, 1 de agosto de 2009
Os meus olhos são dois círios

Ana Moura
Nasceu em Santarém mas ela é "filha" de Coruche, e está cada vez mais confirmada como um dos nomes mais importantes do fado português. Tendo apenas 30 anos, pode dizer-se que tem ainda muito caminho a percorrer pois só a sua imensa qualidade a fez em pouco mais de 6 ou 7 anos, chegar ao topo dum caminho tão difícil como esse de se ser fadista em Portugal.
Ela que apareceu a fazer umas gracinhas no Senhor Vinho e logo por ali ficou fazendo parte do elenco, não é fácil
Letra de Linhares Barbosa música do fado menor
Os meus olhos são dois círios
Dando luz triste ao meu rosto
Marcado pelos martírios
Da saudade e do desgosto
Quando oiço bater trindades
E a tarde já vai no fim
Eu peço às tuas saudades
Um padre nosso por mim
Mas não sabes fazer preces
Não tens saudade nem pranto
Por que é que tu me aborreces
Por que é que eu te quero tanto
És para meu desespero
Como as nuvens que andam altas
Todos os dias te espero
Todos os dias me faltas
Para ouvir este fado clicar >>>>>>>>>>>>> AQUI
Os meus olhos são dois círios
Dando luz triste ao meu rosto
Marcado pelos martírios
Da saudade e do desgosto
Quando oiço bater trindades
E a tarde já vai no fim
Eu peço às tuas saudades
Um padre nosso por mim
Mas não sabes fazer preces
Não tens saudade nem pranto
Por que é que tu me aborreces
Por que é que eu te quero tanto
És para meu desespero
Como as nuvens que andam altas
Todos os dias te espero
Todos os dias me faltas
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