Saudades de António Morão que afirmo é um dos maiores fadistas portugueses de SEMPRE, hoje retirado continua a ser credor da homenagem de toda a gente que ama o fado.
Recorda-te de mim, já não sou a criança
Que envolto em ilusões, em ti acreditou
Hoje sou um qualquer a quem roubaste a esperança
De ver realizado, um sonho que sonhou
Recorda-te de mim e lê nos olhos meus,
A tristeza sem par, que deste olhar se solta,
Que tu dizias ser a luz dos olhos teus,
E tudo suportou sem gritos de revolta.
Recorda-te de mim, que à tua despedida
Nem um adeus sequer, da tua boca ouvi,
E perdido de amor, quase perdi a vida
De ter, por meu castigo, acreditado em ti
Agora, desfeitas já, minhas esperanças fagueiras
Vivo sem ter amor e sou feliz assim
Não te quero jamais, nem peço que me queiras,
Mas ao mentires a alguém, recorda-te de mim
Este blogue é o local onde guardo os meus poemas para serem cantados e também uma homenagem a todos os que amam o FADO.
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sexta-feira, 6 de maio de 2011
sexta-feira, 9 de abril de 2010
Vagabundo de saudade
Trago aqui de novo a voz de António Mourão, um fadista inesquecível
Em mar feito de loucura
onde só há noite escura
donde se não vê o céu
vagabundo de saudade
eu não encontro a verdade
ando sem o olhar teu
Vagas altas no meu peito
grita o meu sonho desfeito
fecho os olhos pra não ver
no mar da minha ansiedade
eu só vejo uma verdade
a verdade de te querer
Vivo ao sabor das marés
corro a praia lés a lés
já sinto o corpo a doer
mas não, não posso parar
eu tenho que te encontrar
nada me pode prender
domingo, 13 de setembro de 2009
Estranha contradição
Letra de Maria Helena de Freitas música Pedro Rodrigues sextilhas
Andei a dizer andei
que não queria ver-te mais
Que não te queria falar
Calcula que até jurei
Não ir aonde tu vais
Pra nunca mais te encontrar
Pobre de mim, a razão
Que se perde na tortura
De não querer o que eu desejo
E em estranha contradição
Que eu ando á tua procura
E ando a ver se te não vejo
Falo-te e não te conheço
Vejo sem te encontrar
Tu sabes que eu não mudarei
Duma coisa me convenço
Sempre te hei de procurar
Nunca mais te encontrei
Caso não consiga ver o clip clicar >>>>>>>>>> aqui
Andei a dizer andei
que não queria ver-te mais
Que não te queria falar
Calcula que até jurei
Não ir aonde tu vais
Pra nunca mais te encontrar
Pobre de mim, a razão
Que se perde na tortura
De não querer o que eu desejo
E em estranha contradição
Que eu ando á tua procura
E ando a ver se te não vejo
Falo-te e não te conheço
Vejo sem te encontrar
Tu sabes que eu não mudarei
Duma coisa me convenço
Sempre te hei de procurar
Nunca mais te encontrei
Caso não consiga ver o clip clicar >>>>>>>>>> aqui
segunda-feira, 7 de setembro de 2009
Por ti
António Mourão António Manuel Dias Pequerrucho (seu nome) nasceu no Montijo a 3 de Junho de 1936.
Este fado com letra de Zélia Rosa Pinto tem música de sua autoria
Não quero, não, eu não vou implorar
E não me quero lembrar
O quanto tu foste louca
Não quero por ti já sofri demais
Vou afogar os meus ais
E o meu pranto em outra boca
Ai, por ti, por ti que nada me deste
Que tanto mal me fizeste
A minha alma está vencida
Por ti, em que eu louco acreditei
Que louco de amor lutei
Ando perdido na vida
Não quero, ver-te mais no meu caminho
Ando na vida sozinho, se é este o desejo teu
Não quero lembrar sequer um momento
Que afinal para meu tormento
O teu amor não é meu
Ai, por ti, por ti que nada me deste
Que tanto mal me fizeste
A minha alma está vencida
Por ti, em que eu louco acreditei
Que louco de amor lutei
Ando perdido na vida
Ai, por ti, em que eu louco acreditei
Que louco de amor lutei
Ando perdido na vida
sexta-feira, 8 de maio de 2009
Estranha contradição
António Mourão nasceu no Montijo a 3 de Julho de 1936 e foi ao cumprir o serviço militar que a sua voz começou a dar nas vistas, passandoa cantar, como amador, nas casas de fado de Lisboa.
Já profissional em 1964, foi contratado para a Parreirinha de Alfama, de "Argentina Santos".
Na revista “E Viva o Velho”, no Teatro Maria Vitória, interpretou "Oh Tempo Volta Para Trás", que viria a ser um dos maiores êxitos da história da música portuguesa.
Andei a dizer andei,
que não queria ver-te mais,
que não queria te falar.
Calcula que até jurei,
Não ir aonde tu vais,
Pra nunca mais te encontrar.
Pobre de mim, a razão,
Que se perde na tortura,
De não querer o que eu desejo.
E em estranha contradição .
Eu ando á tua procura
E ando a ver se te não vejo
Falo-te e não te conheço
Olho, sem te encontrar
Tu sabes que não mudarei.
Duma coisa me convenço,
Sempre te hei de procurar,
Nunca mais te encontrei.
Este fado tem letra de Maria Helena de Freitas e música de Pedro Rodrigues-Sextilhas
Caso não consiga ver o vídeo clicar >>>>>>>>>>>>> aqui
Já profissional em 1964, foi contratado para a Parreirinha de Alfama, de "Argentina Santos".
Na revista “E Viva o Velho”, no Teatro Maria Vitória, interpretou "Oh Tempo Volta Para Trás", que viria a ser um dos maiores êxitos da história da música portuguesa.
Andei a dizer andei,
que não queria ver-te mais,
que não queria te falar.
Calcula que até jurei,
Não ir aonde tu vais,
Pra nunca mais te encontrar.
Pobre de mim, a razão,
Que se perde na tortura,
De não querer o que eu desejo.
E em estranha contradição .
Eu ando á tua procura
E ando a ver se te não vejo
Falo-te e não te conheço
Olho, sem te encontrar
Tu sabes que não mudarei.
Duma coisa me convenço,
Sempre te hei de procurar,
Nunca mais te encontrei.
Este fado tem letra de Maria Helena de Freitas e música de Pedro Rodrigues-Sextilhas
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