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quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Maldição

Esta letra de Fernando Farinha, que também interpreta está cantada sobre música do Fado bacalhau, embora muitos fadista gostem de cantar este fado sobre as sextilhas do Pedro Rodrigues, o fado, esse é sempre lindo


Malditos os olhos meus
quando encontraram os teus
e por eles me perdi,
se os meus olhos te não vissem,
talvez ainda sorrissem,
e não chorassem por ti

Malditos os beijos que dei
esse beijos que eu guardei,
para te oferecer com calor,
beijar quem nos faz sofrer,
antes morrer sem saber
o que é um beijo de amor.

Malditos os tempos vividos,
que por ti foram esquecidos,
e que eu não posso esquecer,
Maldito o meu coração,
que sofre esta maldição,
e não deixa de te querer,



sábado, 26 de dezembro de 2009

Pobre fado

O trabalho de recuperação de alguns fados perdidos continua, pelo que penso já ser possivel ouvir todos sem problema até à etiqueta 077


Concórdio Henriques de Aguiar, que adoptou o nome artístico Nuno de Aguiar, nasceu em Lisboa a 1 de Setembro de 1941 no Bairro da Graça.

Aos 15 anos grava na Rádio Graça e mais tarde em 1960, ganha o “Concurso da Primavera” de fado.

Nuno de Aguiar considera este ano o seu 50ª aniversario de carreira, temos que respeitar se é ele que o diz mas se alguém grava na Rádio Graça em 1956 e ganha prémios, deveria ter
53 anos de carreira

Aqui sobre a letra do fado Isabel de Fontes Rocha canta uma letra de Fernando Farinha


Pobre fado que adorei
Como a um santo se adora
Tão bonito te encontrei
Tão feio te vejo agora

Onde está o teu passado
Tudo o que o povo te deu
Esse povo que era teu
E de ti anda arredado

Andas a ser maltratado
Por gente que te ignora
Fingindo que por ti chora
Como eu por ti chorei
Pobre fado que adorei
Como a um santo se adora

Em vozes sem realidade
Que enfeitam de versos loucos
E assim aos poucos e poucos
Te vão roubando a verdade;

Como eu lembro com saudade
Teu sentimento de outrora
Todo o amor que em boa hora
Tu me deste eu te dei
Tão bonito te encontrei
Tão feio te vejo agora


quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

Lugar vazio


Tony de Matos , o artista nascido no Porto mas que se tornou um símbolo do fado lisboeta, faleceu em Lisboa em 1989, com 75 anos

Este fado tem letra de Fernando Farinha e música de Alberto Correia

É de noite que me lembro de tudo o que eu tinha
Ao deixar-te abandonada, deitada, sózinha
Lembro aquela felicidade que um dia foi minha

Chego a julgar-me a teu lado, contigo deitado
Procuro na escuridão, mas o teu lugar vazio
Está tão vazio e tão frio
Como esse teu coração

Olhando a tua moldura, deduzo por fim
Que ambos sofremos o mesmo destino ruim
Falta nela o teu retrato e faltas-me tu a mim

Caso não consiga ouvir o fado, escolhendo a opção de fim de página clicar >>>>> aqui

Lugar Vazio - Tony de Matos

sábado, 8 de março de 2008

Eu quis demais

Fernando Farinha está aqui de novo cantando um fado com letra do próprio e música de Fontes Rocha.

Ai se eu pudesse,
riscar da vida,
anos vividos.

Já não queria,
pra recordar,
amores sofridos.

Em vez de dor

daria amor

pois tinha agora,

um coração,

para entregar,

a quem me adora.


Eu quis de mais
e por mais querer,
julguei ganhar
e fui perder.

Eu quis de mais

talvez até
sem saber

Eu quis de mais

coração dei,

gostei de ti

nada alcancei,

e tanto quis

ainda mais
pobre
fiquei.

Ai se eu pudesse
pagar a vida.
pra te esquecer

e ser feliz

podendo amar

outra mulher.

Que bom seria

viver um dia

esta vontade
longe ti

sem recordar

sem ter saudades




sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008

Deus queira

O inesquecível Fernando Farinha canta um fado com letra e música de sua autoria.


Perdi a noite
vi-te num bar
só sem ninguem
vi que sofrias
e quis por ti sofrer também
dei-te o meu lar
e o mundo riu-se de mim
viu-te feliz e não gostou de ver-te assim


Deus queira
que essas que riem de ti,
não caiam na mesma lama,
onde eu um dia te vi.

Deus queira
se elas um dia caírem,
encontrem alguém que as salve,
como eu te salvei a ti.

Perdi a noite
mas encontrei toda a verdade
por eles rirem,
gostei de ti,

com mais vontade,
dei-te o meu nome
só para mostrar ao mundo,
o riso é pouco,
para vencer amor profundo.