Natália dos Anjos nasceu em Lisboa.
O percurso artístico de Natália dos Anjos cruzou-se com o do poeta João da Mata.
Conhece também o poeta Gabriel de Oliveira, que mais tarde vem a ser seu companheiro.
João da Mata e Gabriel de Oliveira, dois grandes nomes na composição de Fados, que escreveram para ela, o que lhe proporcionou um notável repertório.
ler mais sobre ela no Lisboa no Guiness
Aqui canta uma letra de José Galhardo para uma música do Arnaldo de Brito
Tempos antigos, tempos passados
Tempos de artistas, tempos mortos que vivi
Velhos amigos, velhos pecados
Velhas fadistas que eu não vejo agora aqui
Já lá estão todos, já lá estão todas
Já lá não falta senão eu que espera a vez
Foram-se as modos, foram-se os modas
Foi toda a malta do meu tempo com vocês
Chorai, chorai
Por mim, por mim
Que eu sou dum tempo que lá vai, eu vi no fim
Passou, passou
Morreu, morreu
E desse mundo que acabou, fiquei só eu
Vi as esperas, vi as toiradas
Pegas e tudo no bom estilo português
Vi as galeras, vi as cegadas
O velho entrudo com bisnagas e chéchés
Vi a avenida com luminárias
Toda empredada a preto e branco sem métro
Coisas da vida, extraordinárias
O agora é nada ao pé de tudo o que findou
Este blogue é o local onde guardo os meus poemas para serem cantados e também uma homenagem a todos os que amam o FADO.
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quinta-feira, 10 de março de 2011
quarta-feira, 4 de março de 2009
Rosa enjeitada
Foi através da sua filha Claúdia Tulimoschi, filha da fadista Adélia Pedrosa, que tomei conhecimento do seu paradeiro, afinal há muitos anos no Brasil, para onde viajou com 12 anos orfã de pai. Inicialmente viveu no Rio de Jneiro onde se estreou com 16 anos
Em 1964 se mudou para São Paulo. Posteriormente, e cerca de dois anos depois de nascer sua filha, Adélia retorna a Portugal, a pedido do governo português, gravando três discos, mas voltando depois para o Brasil.
Durante a sua vida, Adélia gravou vários discos, tanto em Portugal como no Brasil, apareceu em diversos programas, em grande parte das emissoras de televisão brasileiras e fez espectáculos em todo o Brasil, além de Portugal e Argentina, que visitou seis vezes. Foi ainda proprietária de dois restaurantes portugueses na cidade de São Paulo.
Sou essa rosa caprichosa, sem ser má,
Flor de alma pura e de ternura ao Deus dará,
Que viu um dia, que sentia um grande amor,
E de paixão, seu coração estalar de dor
Rosa enjeitada
Sem mãe sem pão, sem ter nada,
Que vida triste e chorada o teu destino te deu
Rosa enjeitada,
rosa humilde e perfumada
Afinal, desventurada, quem és tu?
Rosa enjeitada!... uma mulher que sofreu
Tão pobrezinha ainda tinha uma ilusão,
Alguém que amava, em quem sonhava uma afeição,
Mas esse alguém, por outro bem se apaixonou,
E assim fiquei, sem ele que amei, que me enjeitou
Adélia Pedrosa canta "Rosa Enjeitada", com letra de José Galhardo e música de Raul Ferrão.
Informações sobre Adélia Pedrosa no seu blogue
Caso não consiga ver o vídeo em fim de página clicar >>>>>>>>>> aqui
Em 1964 se mudou para São Paulo. Posteriormente, e cerca de dois anos depois de nascer sua filha, Adélia retorna a Portugal, a pedido do governo português, gravando três discos, mas voltando depois para o Brasil.
Durante a sua vida, Adélia gravou vários discos, tanto em Portugal como no Brasil, apareceu em diversos programas, em grande parte das emissoras de televisão brasileiras e fez espectáculos em todo o Brasil, além de Portugal e Argentina, que visitou seis vezes. Foi ainda proprietária de dois restaurantes portugueses na cidade de São Paulo.
Sou essa rosa caprichosa, sem ser má,
Flor de alma pura e de ternura ao Deus dará,
Que viu um dia, que sentia um grande amor,
E de paixão, seu coração estalar de dor
Rosa enjeitada
Sem mãe sem pão, sem ter nada,
Que vida triste e chorada o teu destino te deu
Rosa enjeitada,
rosa humilde e perfumada
Afinal, desventurada, quem és tu?
Rosa enjeitada!... uma mulher que sofreu
Tão pobrezinha ainda tinha uma ilusão,
Alguém que amava, em quem sonhava uma afeição,
Mas esse alguém, por outro bem se apaixonou,
E assim fiquei, sem ele que amei, que me enjeitou
Adélia Pedrosa canta "Rosa Enjeitada", com letra de José Galhardo e música de Raul Ferrão.
Informações sobre Adélia Pedrosa no seu blogue
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