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sexta-feira, 18 de abril de 2025

*A saudade que chora


Caminho só, noite fora
com a saudade que chora,
no silêncio que há em mim.
Levo o peso do que fomos,
hoje não temos nem somos,
um abraço que diga sim.

Ouço silêncios e entendo,
que é o coração tremendo,
por tudo o que já vivi,
As promessas que sonhei,
nos teus olhos mergulhei,
E depois, fiquei sem ti,

O tempo, velho barqueiro,
segue lesto, passageiro,
plos sonhos que afundaste.
Na maré de não te ter,
mas nas ondas do querer,
onde nunca navegaste,

Fiz da esperança meu ninho,
mesmo sem flor no caminho,
que devolva a ilusão,
que traga teu novo olhar,
e a coragem de caminhar,
que
à vida me dê razão.

Frederico de Brito-fado britinho


 

sábado, 29 de outubro de 2011

Divina do amor


Não há fados mal cantados por Fernando Maurício e muitos são emblemáticos no seu repertório como é o caso desta letra de Mário Raínho para a música do fado Britinho de Frederico de Brito


Ó divina do amor
Amante, mulher, irmã
Senhora amiga do lar

O teu rosto é uma flor
Orvalhada pla manhã
Que a minha voz quis cantar

Ó divina do amor
Minha razão de viver
A ternura em cada instante

Quem te deu esse esplendor
Que me dá gosto de ser
O teu amor teu amante

Minha menina crescida
Que Deus quis pôr a meu lado
Como irmã da minha dor
Por ti é que existe a vida
Por ti eu canto este fado
Ó divina do amor