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quinta-feira, 21 de abril de 2011

Fado Mayer



Que ninguém falhe a um espectáculo de sonho, para os amantes de fado e quem ainda não gosta, vá também porque passa a gostar.

No S.Jorge em Lisboa sexta feira 22 de Abril pelas 21 e 30 horas.

Quanto aos participantes, todos aqui representados, podem ser por isso relembrados antes de os ouvir ao vivo.

Trago agora um deles, Filipe Duarte, a cantar o Fado Mayer com música de Armando Augusto Freire (Armandinho) para uma letra de Linhares Barbosa

Foi má não minto, falsa ruim vil cruel
Mas não consinto que ao pé de mim, digas mal dela
Foste banal, não se perdoa, não é decente
Dizer-se mal, duma pessoa, que está ausente

Não, não tolero
Nem espero trazer de novo á cena
Dor, que ainda me dói, não foi nada contigo
Não, não tolero
A não ser que tenhas pena
De não seres como ela foi, para meu maior castigo

Tudo ruiu como um castelo feito de areia
Deves ter brio e não trazê-la á minha ideia
Agora é tarde para censuras, sabe-lo bem
Que Deus a guarde de desventuras e a nós também



domingo, 14 de junho de 2009

Tempos de criança

Filipe Duarte um fadiste de Lisboa do bairro da ajuda, continua ser um voz de referência, embora hoje cante menos em público do que fazia há alguns anos atrás quando cantava nas principais casas de Lisboa e do Porto ou no seu Solar do fado, que explorou durante 12 anos

Letra de Clemente Pereira música de Eduardo César

Há muito que já não ia
ao bairro onde nasci

Fui hoje na companhia duma saudade
que me quis levar ali

Mostrou-me á rua onde dei
os passos iniciais

Aquela onde
fui rei da brincadeira,
com o Chico e outros mais


E quando em mim vejo
que a idade avança
E na minha frente
a esperança recua

Ai como eu invejo
Aquela criança
Que brinca contente
com outros, na minha rua


Mostrou-me a escola onde andava
e fiz diversas partidas

Lembrou-me as faltas que dava para brincar,
tanta vez, ás escondidas

A água do chafariz
a molhar quem segue em paz

Ai como a gente é feliz
nessas maldades
desses tempo de rapaz




domingo, 23 de dezembro de 2007

Andei à tua procura

Hoje outro grande fadista, chamado Filipe Duarte cantando um fado chamado Andei à tua procura, uma letra de Artur Ribeiro sobre musica do fado Primavera do Pedro Rodrigues



Andei á tua procura
perdi-me na noite escura
pela ruas da cidade
e em cada mulher que vi
não te encontrei mas senti
aumentar esta saudade

Fui de porta em porta a esmo
chorei e ri de mim mesmo
como quem perde a razão
aos outros não disse nada
só as pedras da calçada
abri o meu coração

As ruas onde passamos
os jardins onde andamos
os lugares onde te vi
na minha mente cansada
tudo ri a gargalhada
ao ver-me chorar por ti

Andei a tua procura
voltei louco de amargura
daquela paixão perdida
mas se entrares aquela porta
do resta nada me importa
pois volta contigo a vida