Resultados finais da votação efectuada entre os leitores deste blog
- Sotão da Amendoeira- votos 1ªfase 9 votos final 6 total 15 votos
- Lenda das rosas------------- votos 1ªfase 8 votos final 6 total 14 votos
- Fiz leilão de mim ------------ votos 1ªfase 7 votos final 6 total 13 votos
- Estranha forma de vida ------- votos 1ªfase 5 votos final 6 total 11 votos
- Balada do sol errado ----------votos 1ªfase 5 votos final 6 total 11 votos
- É tão bom ser pequenino ------- votos 1ªfase 6 votos final 4 total 10 votos
- Búzios ----------------------votos 1ªfase 6 votos final 4 total 10 votos
confirmado os resultados da primeira fase,
Relembrado que este fado foi aqui publicado, cantado pela voz do rei Fernando Maurício.
Simbolicamente, republico este fado, também um dos meus favoritos, cantado por um jovem o fadista nortenho o Ricardo Mesquita.
Letra de Carlos Conde Música de Raul Pinto-Marcha
Relembrado que este fado foi aqui publicado, cantado pela voz do rei Fernando Maurício.
Simbolicamente, republico este fado, também um dos meus favoritos, cantado por um jovem o fadista nortenho o Ricardo Mesquita.
Letra de Carlos Conde Música de Raul Pinto-Marcha
Naquele típico sótão
Sob as telhas mais antigas
Da Rua da Amendoeira
Inda há traços que denotam
O sabor dado às cantigas
Pla Matilde cantadeira
Airosa mas inconstante
A Matilde dava ao Fado
A graça de outros estilos
No velho café cantante
Que ficava mesmo ao lado
Da Estalagem dos Camilos
No sótão esconso e sujo
Três sombras de porte ufano
Espreitam a Mouraria
As lágrimas de um marujo
Os ciúmes de um cigano
E os remorsos de um rufia
Senti presos os meus pés
Mas desviei o caminho
E quedei-me ali à beira
Só para ver outra vez
Aquele sótão velhinho
Da rua da Amendoeira
Sob as telhas mais antigas
Da Rua da Amendoeira
Inda há traços que denotam
O sabor dado às cantigas
Pla Matilde cantadeira
Airosa mas inconstante
A Matilde dava ao Fado
A graça de outros estilos
No velho café cantante
Que ficava mesmo ao lado
Da Estalagem dos Camilos
No sótão esconso e sujo
Três sombras de porte ufano
Espreitam a Mouraria
As lágrimas de um marujo
Os ciúmes de um cigano
E os remorsos de um rufia
Senti presos os meus pés
Mas desviei o caminho
E quedei-me ali à beira
Só para ver outra vez
Aquele sótão velhinho
Da rua da Amendoeira