Adélia Pedrosa volta aqui num fado de Joaquim Pimental outro fadista português já falecido que como ela fez a sua carreira no Brasil
Voltaste, ainda bem que voltaste
As saudades que eu sentia
não podes avaliar
Voltaste, e á minha vida vazia
Voltou aquela alegria
que só tu lhe podes dar
Voltaste, ainda bem que voltaste
Embora saiba que vou
sofrer o que já sofri
Cansei, cansei de chorar sozinha
Antes mentiras contigo do que verdades sem ti
Voltaste, que coisa mais singular,
Eu quase não sei cantar
se tu não estás a meu lado
Voltaste, já não me queixo não grito
És o verso mais bonito
deste meu fado acabado
Voltaste, ainda bem que voltaste
O passado é passado,
para quê lembrar agora
Voltaste, quero lá saber da vida
Quando dormes a meu lado,
a vida dorme lá fora
Este blogue é o local onde guardo os meus poemas para serem cantados e também uma homenagem a todos os que amam o FADO.
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sábado, 5 de fevereiro de 2011
quarta-feira, 4 de março de 2009
Rosa enjeitada
Foi através da sua filha Claúdia Tulimoschi, filha da fadista Adélia Pedrosa, que tomei conhecimento do seu paradeiro, afinal há muitos anos no Brasil, para onde viajou com 12 anos orfã de pai. Inicialmente viveu no Rio de Jneiro onde se estreou com 16 anos
Em 1964 se mudou para São Paulo. Posteriormente, e cerca de dois anos depois de nascer sua filha, Adélia retorna a Portugal, a pedido do governo português, gravando três discos, mas voltando depois para o Brasil.
Durante a sua vida, Adélia gravou vários discos, tanto em Portugal como no Brasil, apareceu em diversos programas, em grande parte das emissoras de televisão brasileiras e fez espectáculos em todo o Brasil, além de Portugal e Argentina, que visitou seis vezes. Foi ainda proprietária de dois restaurantes portugueses na cidade de São Paulo.
Sou essa rosa caprichosa, sem ser má,
Flor de alma pura e de ternura ao Deus dará,
Que viu um dia, que sentia um grande amor,
E de paixão, seu coração estalar de dor
Rosa enjeitada
Sem mãe sem pão, sem ter nada,
Que vida triste e chorada o teu destino te deu
Rosa enjeitada,
rosa humilde e perfumada
Afinal, desventurada, quem és tu?
Rosa enjeitada!... uma mulher que sofreu
Tão pobrezinha ainda tinha uma ilusão,
Alguém que amava, em quem sonhava uma afeição,
Mas esse alguém, por outro bem se apaixonou,
E assim fiquei, sem ele que amei, que me enjeitou
Adélia Pedrosa canta "Rosa Enjeitada", com letra de José Galhardo e música de Raul Ferrão.
Informações sobre Adélia Pedrosa no seu blogue
Caso não consiga ver o vídeo em fim de página clicar >>>>>>>>>> aqui
Em 1964 se mudou para São Paulo. Posteriormente, e cerca de dois anos depois de nascer sua filha, Adélia retorna a Portugal, a pedido do governo português, gravando três discos, mas voltando depois para o Brasil.
Durante a sua vida, Adélia gravou vários discos, tanto em Portugal como no Brasil, apareceu em diversos programas, em grande parte das emissoras de televisão brasileiras e fez espectáculos em todo o Brasil, além de Portugal e Argentina, que visitou seis vezes. Foi ainda proprietária de dois restaurantes portugueses na cidade de São Paulo.
Sou essa rosa caprichosa, sem ser má,
Flor de alma pura e de ternura ao Deus dará,
Que viu um dia, que sentia um grande amor,
E de paixão, seu coração estalar de dor
Rosa enjeitada
Sem mãe sem pão, sem ter nada,
Que vida triste e chorada o teu destino te deu
Rosa enjeitada,
rosa humilde e perfumada
Afinal, desventurada, quem és tu?
Rosa enjeitada!... uma mulher que sofreu
Tão pobrezinha ainda tinha uma ilusão,
Alguém que amava, em quem sonhava uma afeição,
Mas esse alguém, por outro bem se apaixonou,
E assim fiquei, sem ele que amei, que me enjeitou
Adélia Pedrosa canta "Rosa Enjeitada", com letra de José Galhardo e música de Raul Ferrão.
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