Pela terceira vez trago aqui o saudoso Carlos Barra
Letra de João de Freitas música de Filipe Pinto-meia-noite
Volta atrás vida vivida
Para eu tornar a ver,
Aquela vida perdida,
Que eu nunca soube viver.
Voltar de novo, quem me dera
A tal tempo, que saudade,
Volta sempre a primavera,
Só não volta a mocidade.
O tempo vai-se passando
E a gente vai-se iludindo,
Ora rindo ora chorando,
Ora chorando, ora rindo,
Meu Deus, como o tempo passa
Dizemos de quando em quando,
Afinal o tempo fica,
A gente é que vai passando
Este blogue é o local onde guardo os meus poemas para serem cantados e também uma homenagem a todos os que amam o FADO.
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quinta-feira, 21 de janeiro de 2010
sábado, 7 de novembro de 2009
Lua cheia
Volto a apresentar Carlos Barra, um fadista já desaparecido, mas que nos deixou o seu talento em muitos fados que cantou
Este fado é da autoria do Maestro Belo Marques
Este fado é da autoria do Maestro Belo Marques
quarta-feira, 10 de junho de 2009
Trago-te apenas saudade
Trago aqui mais um fadista já desaparecido o Carlos Barra, que deixou numa carreira de muitos anos grande saudade.
Este fado tem letra de Fernando Peres e música de Jaime Santos para o fado do alvito
Trago-te apenas saudade,
Um pouco mais de ansiedade,
e nem sequer uma flor,
numa esperança apetecida,
nasce depressa outra vida,
vida dum beijo de amor.
E quero mais de te querer,
o mal de nunca saber,
tudo o que a vida nos dá,
sombra é corpo de ninguém,
remorso que não se tem,
vida que não volta atrás.
Dá-me o que resta de mim,
outro principio do fim,
tudo aquilo que eu não sei,
esperança dum resto de nada,
promessa de madrugada,
da vida, que não te dei.
Este fado tem letra de Fernando Peres e música de Jaime Santos para o fado do alvito
Trago-te apenas saudade,
Um pouco mais de ansiedade,
e nem sequer uma flor,
numa esperança apetecida,
nasce depressa outra vida,
vida dum beijo de amor.
E quero mais de te querer,
o mal de nunca saber,
tudo o que a vida nos dá,
sombra é corpo de ninguém,
remorso que não se tem,
vida que não volta atrás.
Dá-me o que resta de mim,
outro principio do fim,
tudo aquilo que eu não sei,
esperança dum resto de nada,
promessa de madrugada,
da vida, que não te dei.
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