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terça-feira, 5 de julho de 2011

Cuidei que tinha morrido

Margarida Guerreiro, um regresso aqui para cantar este fado de Pedro Homem de Melo e musica de Alain Oulman

Ao passar pelo ribeiro, onde às vezes me debruço
Fitou-me alguém corpo inteiro, dobrado como um soluço
Pupilas negras, tão laças, raízes iguais às minhas
Meu amor, quando me enlaças, porventura as adivinhas

Que palidez nesse rosto sob o lençol do luar
Tal e qual quem alça o posto estivera agonizar
Deram-me então por conselho tirar de mim o sentido
Mas depois vendo-me ao espelho cuidei que tinha morrido



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