Aqui João Braga, canta uma letra de João Ferreira Rosa sobre música do fado amora de Joaquim Campos
Teus olhos verdes são mares
Que a lua vem namorando
São saudades,são cantares
São olhos tristes chorando
São as ondas pensamentos
Que o teu olhar me deixou
São estrelas mortas lamentos
Que o teu mar despedaçou
Meu barco quero levar
Ao final do horizonte
Ver teus olhos ao luar
E neles morar de fronte
Passa o vento nos escolhos
Como o teu triste cantar
No verde mar dos teus olhos
Ando sempre a naufragar
Este blogue é o local onde guardo os meus poemas para serem cantados e também uma homenagem a todos os que amam o FADO.
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sexta-feira, 25 de março de 2011
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
Fado da carta
Entre 2001 e 2003 João ferreira Rosa cantou em ciclos de espectáculos organizados no Wonder Bar do Casino do Estoril dos quais resultou um trabalho do qual faz parte este fado
Letra de João Ferreira Rosa e música de Pedro Rodrigues-Fado primavera
Não me escrevas meu amor
a contar seja o que for
do que se passa contigo
pois antes quero pensar
que só pensas em voltar
ao tempo por ti esquecido
No que escreves e me contas
só indiferença apontas
pelas juras que fizeste
por isso não quero ler
outra carta pra saber
que a mais alguém já quiseste
Eu antes queria fechada
a carta por ti mandada
e que esperei com fervor
pois tua carta tão fria
marcou pra mim a agonia
do que foi o nosso amor
Letra de João Ferreira Rosa e música de Pedro Rodrigues-Fado primavera
Não me escrevas meu amor
a contar seja o que for
do que se passa contigo
pois antes quero pensar
que só pensas em voltar
ao tempo por ti esquecido
No que escreves e me contas
só indiferença apontas
pelas juras que fizeste
por isso não quero ler
outra carta pra saber
que a mais alguém já quiseste
Eu antes queria fechada
a carta por ti mandada
e que esperei com fervor
pois tua carta tão fria
marcou pra mim a agonia
do que foi o nosso amor
quarta-feira, 19 de março de 2008
Triste sorte

João Ferreira Rosa afirmou-se como uma personalidade singular no meio do fado lisboeta.
Monárquico assumido e com uma personalidade irreverente, Rosa possui já uma carreira com cerca de três décadas, isto apesar de um percurso discográfico extremamente diminuto.
A justificação para a sua parca discografia é dada pelo cantor, que afirma que nos estúdios de gravação "não existe ambiente para se cantar".
Por isso, prefere promover tertúlias fadistas em Alcochete, onde vive.
Em Junho de 1996 é editado o álbum "Ontem E Hoje", gravado no Palácio de Pintéus, sua propriedade, em Loures. Um trabalho que inclui onze temas gravados ao primeiro take, por um cantor que afirma que o fado é algo que se vive no momento.
Não sendo monárquico não deixo por ísso de ser um grande admirador seu.
Volta aqui ao blogue, pela 3ª vez, para cantar este fado como letra sua e música de Alfredo Marceneiro. o Fado Cravo
Ando na vida à procura
duma noite menos escura
que traga luar do céu
duma noite menos fria
em que não sinta agonia
dum dia a mais que morreu
Vou cantando amargurado
mais um fado e outro fado
que fale do fado meu,
meu destino assim cantado
jamais pode ser mudado
porque do fado sou eu.
Ser fadista, é triste sorte,
que nos faz pensar na morte,
e em tudo que em nós morreu,
andar na vida à procura,
duma noite menos escura,
que traga luar dos céus
Monárquico assumido e com uma personalidade irreverente, Rosa possui já uma carreira com cerca de três décadas, isto apesar de um percurso discográfico extremamente diminuto.
A justificação para a sua parca discografia é dada pelo cantor, que afirma que nos estúdios de gravação "não existe ambiente para se cantar".
Por isso, prefere promover tertúlias fadistas em Alcochete, onde vive.
Em Junho de 1996 é editado o álbum "Ontem E Hoje", gravado no Palácio de Pintéus, sua propriedade, em Loures. Um trabalho que inclui onze temas gravados ao primeiro take, por um cantor que afirma que o fado é algo que se vive no momento.
Não sendo monárquico não deixo por ísso de ser um grande admirador seu.
Volta aqui ao blogue, pela 3ª vez, para cantar este fado como letra sua e música de Alfredo Marceneiro. o Fado Cravo
Ando na vida à procura
duma noite menos escura
que traga luar do céu
duma noite menos fria
em que não sinta agonia
dum dia a mais que morreu
Vou cantando amargurado
mais um fado e outro fado
que fale do fado meu,
meu destino assim cantado
jamais pode ser mudado
porque do fado sou eu.
Ser fadista, é triste sorte,
que nos faz pensar na morte,
e em tudo que em nós morreu,
andar na vida à procura,
duma noite menos escura,
que traga luar dos céus
domingo, 25 de novembro de 2007
Arraial
Com letra e música do próprio intérprete João Ferreira Rosa
Que pode dizer-se da fantástica voz deste grande nome do Fado ?
Sente-se a saudade, sente-se o luto pela ausência de quem se ama, nesse tom dorido no entoar de João Ferreira Rosa.
Acabou o arraial
folhas e bandeiras já sem cor
tal qual aquele dia em que chegaste
tal qual aquele dia meu amor
Pra que cantar
se longe já não ouves
o nosso canto ainda está na fonte
o nosso sonho nas estrelas do horizonte
Ainda nasce a lua nos moinhos
ainda nasce o dia sobre os montes
ainda vejo a curva do caminho
ainda os mesmos sons as mesma fontes
tu sabes meu amor não estou sozinho
pelas salas do silêncio em que te escuto
abro janelas ainda cheira a rosmaninho
vejo-me ao espelho ainda vejo luto
Que pode dizer-se da fantástica voz deste grande nome do Fado ?
Sente-se a saudade, sente-se o luto pela ausência de quem se ama, nesse tom dorido no entoar de João Ferreira Rosa.
Acabou o arraial
folhas e bandeiras já sem cor
tal qual aquele dia em que chegaste
tal qual aquele dia meu amor
Pra que cantar
se longe já não ouves
o nosso canto ainda está na fonte
o nosso sonho nas estrelas do horizonte
Ainda nasce a lua nos moinhos
ainda nasce o dia sobre os montes
ainda vejo a curva do caminho
ainda os mesmos sons as mesma fontes
tu sabes meu amor não estou sozinho
pelas salas do silêncio em que te escuto
abro janelas ainda cheira a rosmaninho
vejo-me ao espelho ainda vejo luto
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