A espantosa Carminha, feita talento puro e intuiação para tudo o que é fado, o tempo o sentimento, a atitude, tudo nela é fado. Trago-a aqui de novo para cantar uma letra de Aldina Duarte para o fado pechincha de João do Carmo Noronha um fado tradicional, que, constato hoje é uma estreia aqui na casa
Talvez o mesmo caminho
Seja agora mais sombrio,
Talvez por andar sozinho
Corre o sol atrás do frio.
Em silêncio um coração
Acorda a casa vazia,
Não permite a ilusão
Fingir a dor que trazia.
Porém insisto em mostrar
Que o amor desaparece
Numa vida a despertar
Noutra vida que adormece.
Talvez a lua não queira,
Dizer nada a quem partiu
Talvez à sua maneira
Diga adeus ao que sentiu.
Este blogue é o local onde guardo os meus poemas para serem cantados e também uma homenagem a todos os que amam o FADO.
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quinta-feira, 29 de março de 2012
quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
Ó meu amor marinheiro
Carminho a nova sensação do fado lançou o seu primeiro disco Fado em Junho deste ano, prepara o seu espectáculo a solo no no CCB.
Para ler mais sobre ela clicar aqui
Este fado tem letra e música de Joaquim Pimentel e foi um grande êxito da grande fadista Saudade dos Santos, já retirada há uns anos
Tenho ciúmes,
Das verdes ondas do mar
Que teimam em querer beijar
teu corpo erguido às marés.
Tenho ciúmes
Do vento que me atraiçoa
Que vem beijar-te na proa
E morre pelo convés.
Tenho ciúmes
Do luar da lua cheia
Que no teu corpo se enleia
Para contigo ir bailar
Tenho ciúmes
Das ondas que se levantam
E das sereias que cantam
Que cantam p'ra te encantar.
Ó meu "amor marinheiro"
O dono dos meus anelos
Não deixes que à noite a lua
Roube a cor aos teus cabelos
Não olhes para as estrelas
Porque elas podem roubar
O verde que há nos teus olhos
Teus olhos, da cor do mar.
Para ler mais sobre ela clicar aqui
Este fado tem letra e música de Joaquim Pimentel e foi um grande êxito da grande fadista Saudade dos Santos, já retirada há uns anos
Tenho ciúmes,
Das verdes ondas do mar
Que teimam em querer beijar
teu corpo erguido às marés.
Tenho ciúmes
Do vento que me atraiçoa
Que vem beijar-te na proa
E morre pelo convés.
Tenho ciúmes
Do luar da lua cheia
Que no teu corpo se enleia
Para contigo ir bailar
Tenho ciúmes
Das ondas que se levantam
E das sereias que cantam
Que cantam p'ra te encantar.
Ó meu "amor marinheiro"
O dono dos meus anelos
Não deixes que à noite a lua
Roube a cor aos teus cabelos
Não olhes para as estrelas
Porque elas podem roubar
O verde que há nos teus olhos
Teus olhos, da cor do mar.
quarta-feira, 1 de julho de 2009
Escrevi teu nome no vento
Carmo Rebelo de Andrade é o seu nome, mas no fado é conhecida pela Carminho, filha da fadista Teresa Siqueira. É muito jovem mas já em 2005 ganhou o prémio Amália, ms só agora , se editou o seu primeiro disco, chamado Fado da editora EMI do qual se podem ler aqui mais informações
Letra de Jorge Rosa Música de Raúl Ferrão "Fado Carriche"
Caso não consiga ver o vídeo clicar >>>>>>>>>>>>>>>>>>>> aqui
Escrevi teu nome no vento
Convencido que o escrevia
Na folha do esquecimento
Que no vento se perdia
E ao vê-lo seguir envolto
Na poeira do caminho
Julguei meu coração solto
dos elos do teu carinho
Pobre de mim, nem pensava
que tal e qual como eu
O vento se apaixonava
por esse nome que é teu
Enquanto o vento se agita
agita-se o meu tormento
Quero esquecer-te, acredita
mas cada vez há mais vento
Letra de Jorge Rosa Música de Raúl Ferrão "Fado Carriche"
Caso não consiga ver o vídeo clicar >>>>>>>>>>>>>>>>>>>> aqui
Escrevi teu nome no vento
Convencido que o escrevia
Na folha do esquecimento
Que no vento se perdia
E ao vê-lo seguir envolto
Na poeira do caminho
Julguei meu coração solto
dos elos do teu carinho
Pobre de mim, nem pensava
que tal e qual como eu
O vento se apaixonava
por esse nome que é teu
Enquanto o vento se agita
agita-se o meu tormento
Quero esquecer-te, acredita
mas cada vez há mais vento
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