Este fado de Max, mais um do grande fadista madeirense, (raramente recordado por essa sua vertente, é o mais pelo lado menor das "Mulas da cooperativa "), em música de Carlos Rocha, com letra de Artur Ribeiro
Não rias não faças troça,
de quem passa enquanto danças,
já foste menina e moça,
já tiveste louras tranças.
Agora louca e perdida,
de tudo o que já foi teu,
andas a rir divertida ,
do Mundo que te perdeu.
Assim perdida,
da vida ausente
estás convencida,
que esta vida,
é só o presente.
Mas não te esqueças,
que a boa estrada,
sempre aparece
depois da má terminada
Deixa a roupa da desgraça,
cair de manso a teus pés,
e verás que bem se passa
sem luxos nem cabarets.
E de novo assim vestida,
duma maneira diferente,
deixarás de ser perdida,
serás mulher novamente.
Não rias não faças troça,
de quem passa enquanto danças,
já foste menina e moça,
já tiveste louras tranças.
Agora louca e perdida,
de tudo o que já foi teu,
andas a rir divertida ,
do Mundo que te perdeu.
Assim perdida,
da vida ausente
estás convencida,
que esta vida,
é só o presente.
Mas não te esqueças,
que a boa estrada,
sempre aparece
depois da má terminada
Deixa a roupa da desgraça,
cair de manso a teus pés,
e verás que bem se passa
sem luxos nem cabarets.
E de novo assim vestida,
duma maneira diferente,
deixarás de ser perdida,
serás mulher novamente.
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